Quote 27 Jul
Descobri então que tão importante quanto abrir é ter a coragem de fechar. E fechar é muito mais difícil.
Link 16 Jun 8Texts Book :: Typography Served»
Text 11 May TED Talks - Why, How and What

Via ViuIsso?

Quote 9 May
O Paradoxo do nosso tempo é que temos prédios cada vez mais altos e a paciência cada vez mais curta.
Fazemos estradas cada vez mais longas mas temos a visão cada vez mais estreita.
Analisamos muito e rimos pouco. Compramos mais mas temos menos.
E quando acumulamos posses, elas tomam o lugar dos valores.
Sabemos o que fazer para ganhar a vida mas não sabemos como viver.
Já tivemos coragem de ir à lua mas hoje temos medo de sair à rua com o carro.
Produzimos mais computadores, mais informação e nos comunicamos mal uns com os outros.
São tempos de “fast-food” e “slow digestion”. De grandes homens com caráter pequeno.
Tempos onde o conhecimento tem aumentado e o bom senso diminuido.
Um tempo onde a tecnologia pode transmitir este e-mail.
E você pode escolher entre espalhar a mensagem ou apertar delete.
Quote 7 May

Então combinei:
- Pai, vamos fazer o seguinte: a gente vai no sítio neste final de semana e já pede pro magrão (caseiro) separar uma lenha pra gente fazer fogueira. (Não, o sítio que estou falando não é o sítio que vc de SP tem na cabeça. Não é em Itu, não tem uma casa gigante, cheia de cômodos, pintadinha de branca, janelas azuis e detalhes em amarelo. É um sítio de verdade, sem frescura, sem lareira, e eu adoro fazer fogueira.)

Chegou próximo do final de semana e eu tive que ligar pros meus pais avisando que não poderia ir, pois tinha que trabalhar.

No final de semana seguinte, a mesma coisa.

No terceiro final de semana, finalmente eu consegui.

Sentado ao lado do meu pai exercendo o mais belo momento de ócio. (Em SP o ócio é um pecado, mas no interior é uma virtude.) Meu pai me olhou e perguntou: - Mas Pê, o que vocês fazem lá no seu trabalho que tem tanta urgência assim?

Text 5 May Tim Burton Posters

Tim Burton Posters

via Fubiz™

Text 1 May

O problema é achar que dá pra levar a vida prevendo todos os movimentos, como num jogo de xadrez.

Quote 29 Apr

I learned a great deal on this trip, though a few things naturally stood out:

1) Billboards suck. In 2007 São Paulo instituted a billboard ban because the city was overwhelmed by what the authorities call “visual pollution.” The result lets you see the true fabric of the city. Seems the U.S. could benefit from this type of bold civic thinking.

2) The IDEA Awards can be a powerful marketing tool. Imagine that! It was clear from my experience that companies in Brazil take these awards quite seriously, leveraging placement in communications and marketing activities, essentially wearing each win as a badge of honor. While the design industry in the U.S. embraces award wins as a sign of excellence, for whatever reason, the business community’s acknowledgement seems rather slow to catch on.

3) Brazilian design is not only world-class, but has a unique identity forged by its context. The country’s relative isolation, fabulous weather and craft-based heritage has given rise to a vibrant, expressive design identity. Add to that the sheer size of the market—200 million people—and I’m confident we’ll have a new design superpower in our midst very soon.

Quote 29 Apr
Em última análise, as práticas sociais correntes no Orkut (e em outros sites de rede social) valorizam mais os laços fracos, as conexões com quem se conhece pouco do que as conexões com os laços fortes. Para os amigos, os usuários costumam utilizar outras ferramentas, como os mensageiros. Assim, estar num site de rede social é performático, é exposição, construção de presença. Ao mesmo tempo, é ser público.
Quote 17 Apr
Eu sei que gosto de título. E gosto do texto. Cada palavra escrita pelo Fábio Fernandes (leia os diálogos dos filmes e veja se tem alguma coisa ao acaso por ali. Releia o texto da crise), o olho atento do Eugenio Mohallem, a fina ironia do Wilson Mateos, a mistura de loucura, ódio e formulinha zero do Edu Lima. A maldade angelical do Roberto Pereira, a inteligência e emoção do Olivetto, tudo do já mencionado Neil e a nostalgia que me bate ao ler o texto do Pelourinho do Nizan. O “experimente ser magra” do Peralta, “a história de um homem feliz” do Luiz Toledo e o Renato Simões que escreve muito antes de existir a categoria técnica do anuário. Escrever não deveria ser uma preocupação dos redatores, apenas. “Você bebe e não ganha nada” foi criado pelo Marcello Serpa. E matou legiões de redatores de inveja. Sem falar no André Laurentino, que saiu da direção de arte para a redação, escreveu livro e o melhor texto sobre filho único que eu já li.

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