Fazemos estradas cada vez mais longas mas temos a visão cada vez mais estreita.
Analisamos muito e rimos pouco. Compramos mais mas temos menos.
E quando acumulamos posses, elas tomam o lugar dos valores.
Sabemos o que fazer para ganhar a vida mas não sabemos como viver.
Já tivemos coragem de ir à lua mas hoje temos medo de sair à rua com o carro.
Produzimos mais computadores, mais informação e nos comunicamos mal uns com os outros.
São tempos de “fast-food” e “slow digestion”. De grandes homens com caráter pequeno.
Tempos onde o conhecimento tem aumentado e o bom senso diminuido.
Um tempo onde a tecnologia pode transmitir este e-mail.
E você pode escolher entre espalhar a mensagem ou apertar delete.
Então combinei:
- Pai, vamos fazer o seguinte: a gente vai no sítio neste final de semana e já pede pro magrão (caseiro) separar uma lenha pra gente fazer fogueira. (Não, o sítio que estou falando não é o sítio que vc de SP tem na cabeça. Não é em Itu, não tem uma casa gigante, cheia de cômodos, pintadinha de branca, janelas azuis e detalhes em amarelo. É um sítio de verdade, sem frescura, sem lareira, e eu adoro fazer fogueira.)
Chegou próximo do final de semana e eu tive que ligar pros meus pais avisando que não poderia ir, pois tinha que trabalhar.
No final de semana seguinte, a mesma coisa.
No terceiro final de semana, finalmente eu consegui.
Sentado ao lado do meu pai exercendo o mais belo momento de ócio. (Em SP o ócio é um pecado, mas no interior é uma virtude.) Meu pai me olhou e perguntou: - Mas Pê, o que vocês fazem lá no seu trabalho que tem tanta urgência assim?
O problema é achar que dá pra levar a vida prevendo todos os movimentos, como num jogo de xadrez.
I learned a great deal on this trip, though a few things naturally stood out:
1) Billboards suck. In 2007 São Paulo instituted a billboard ban because the city was overwhelmed by what the authorities call “visual pollution.” The result lets you see the true fabric of the city. Seems the U.S. could benefit from this type of bold civic thinking.
2) The IDEA Awards can be a powerful marketing tool. Imagine that! It was clear from my experience that companies in Brazil take these awards quite seriously, leveraging placement in communications and marketing activities, essentially wearing each win as a badge of honor. While the design industry in the U.S. embraces award wins as a sign of excellence, for whatever reason, the business community’s acknowledgement seems rather slow to catch on.
3) Brazilian design is not only world-class, but has a unique identity forged by its context. The country’s relative isolation, fabulous weather and craft-based heritage has given rise to a vibrant, expressive design identity. Add to that the sheer size of the market—200 million people—and I’m confident we’ll have a new design superpower in our midst very soon.
